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No futuro do varejo, nunca ficaremos sem comprar, diz revista

A percepção da necessidade de compra é a fase mais importante para os marqueteiros com o surgimento das novas tecnologias, segundo artigo publicado na revista “Harvad Business Review”. Antes, o modelo tradicional de consumo era dividido em três fases: o consumidor tinha uma necessidade, ia às compras para satisfazê-la, e depois comprava ou usava o produto. Nesse modelo, a decisão sobre qual produto comprar era feita, na maioria das vezes, na própria loja.

“Vencer no varejo, hoje, é cada vez menos controlar a experiência de compra, porque não existe mais uma etapa de compra claramente definida. O modelo está mudando à medida que as novas tecnologias permitem que as pessoas tragam a compra do produto que irá satisfazê-la mais perto da sua primeira percepção”, diz o artigo.

Conforme a “Harvad Business Review”, essa mudança de paradigma é evidente de três maneiras:

 – Compra instantânea: hoje, os consumidores compram logo que a demanda ocorre. Quando ele descobre que o shampoo acabou, pode imediatamente comprar um novo pela internet.

 – Compra automatizada: os produtos inteligentes são um exemplo disso. A última geração de máquinas de lavar da Whirlpool, por exemplo, permite de forma autônoma encomendar uma quantidade pré-determinada de detergente após um certo número de ciclos.

 – Compra baseada em assinatura: a popularidade crescente de plataformas baseadas em assinatura também deve enfraquecer a supremacia da loja tradicional como ponto principal de contato com o cliente. Isso já esta acontecendo em diferentes categorias como música (Spotify), vídeos (Netflix), entre outros.

Neste novo cenário, as compras não acontecem mais em um determinado lugar e horário. Pelo contrario, elas são feitas em todos os lugares (casa, rua, trabalho, lazer) e a qualquer hora. De acordo com o artigo, todas as etapas do ciclo de compra (“ocorrência da necessidade”, “compra” e “consumo real”) se tornaram mais naturalmente integradas a rotina diária dos consumidores.

A loja física é, em grande parte, supérflua no processo de compra, conforme a “Harvad Business Review”. As funções tradicionais da loja para agregar valor ao produto estão sendo colocadas em questão.

“Em uma economia digital, a necessidade de lojas como nós tradicionalmente conhecemos pode ser relativamente baixa e os negócios varejistas serão alterados para refletir essa nova realidade”, concluiu a publicação.

 


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